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Edson de Godoy Bueno: lições do bilionário empreendedor

24 jan Postado por em Case, Empreendedor | 9 comentários
Edson de Godoy Bueno: lições do bilionário empreendedor

Apesar de termos retratado recentemente Edson de Godoy Bueno, maior acionista da Amil e do Dasa, a revista Exame de Janeiro de 2011, Edição 984, traz dados interessantes de um dos maiores empreendedores de saúde no mundo.

DE DONO DE CLÍNICAS A PROPRIETÁRIO DE PLANO SAÚDE

Em 1978, já com quatro clínicas, Bueno decidiu seguir os passos de Milton Soldani Afonso, que fundara a operadora de planos de saúde Golden Cross sete anos antes, no Rio de Janeiro. “A idéia surgiu quando vi o balanço da Golden Cross no jornal”, diz. “Eles ganhavam muito mais que nós ao vender planos de assistência médica.”

PUBLICIDADE

Ao montar a Amil, Edson chamou o médico Jorge Rocha, que teve a idéia de criar nos anos 80 o 231-1000, “Ínvestíamos 40% de nossas receitas em publicidade”. Foi Rocha quem idealizou o resgate com helicópteros e aviões, criado na mesma época. “Tirei a idéia de uma estação de esqui na Suíça”, diz o executivo.

TREINAMENTO

Com uma equipe formada principalmente por médicos, Edson desenvolveu uma obsessão por buscar conhecimento gerencial desde os primórdios. Ele realizou quatro cursos de educação executiva, três deles em Harvard. Nos anos 80 iniciou um ritual de distribuição de livros de administração para posterior discussão em grupo. O mais recente foi Como os Gigantes Caem, de Jim Collins. No encontro com cerca de 400 executivos, Edson costuma sortear sete deles para apresentar um capítulo do livro no palco, o que causa tensão entre os presentes.

A proximidade com a teoria de gurus como Peter Drucker e Michael Porter evoluiu para um relacionamento pessoal com estes, o que rendeu convite para Edson participar do aniversário de 90 anos de Drucker.

“Se você quer ser sardinha, ande com sardinhas. Se quer ser tubarão, ande com tubarões”, resume Bueno.

SÓCIOS

Desde o início o empresário decidiu que não teria sócios para dividir as decisões. Atualmente, sua única sócia é a ex-mulher, que detém 49% da Holding que controla a Amilpar, mas Edson vota em nome dela.

Para manter a fidelidade, numa empresa em que a média de tempo de casa dos 30 principais executivos é de 20 anos, Edson costuma pagar anualmente do próprio bolso premiações que vão de viagens a casas de campo.

ABERTURA DE CAPITAL

Bueno demorou a perceber a importância de abrir o capital. A Medial havia se lançado na Bolsa sete meses antes, em Setembro de 2006, e  comprou a Amesp sete meses depois. Com urgência, Bueno pediu ao médico Gilberto Costa, vice-preseidente  de finanças da Amilpar, que dali a sete meses celebrasse o IPO. A operação levantou R$1,4 bilhão.

RESPEITO

Edson dá enorme importância às relações interpessoais. “Muitas vezes já perguntei se ele queria virar amigo do sujeito ou comprar a empresa dele”, diz  Gilberto Costa. “Isso ajuda a ganhar simpatia do outro lado. Ninguém quer ver sua companhia destruída por alguém que não vê valor nela.”,afirma um executivo.

“Quando alguém vem sisudo, vou lá e desarmo a pessoa com um beijo na testa.”diz Edson, que também afirma: “Faço tudo para não ter inimigos”.

INSATISFATINA

Edson Bueno costuma dizer que tem uma enzima chamada “insatisfatina”. “Celebro um grande negócio e, em seguida, já estou atrás do próximo.”

“Nunca me acomodei. Abri o capital, vieram aqueles milhões todos e, em vez de relaxar, passei a trabalhar 3 horas a mais por dia”, diz Edson.

Fonte: Revista Exame, Edição 984, 26/1/2011

Atenciosamente,

Fernando Cembranelli

Equipe EmpreenderSaúde

 

9 comentários

  • Osney Dias Inhesta disse:

    Meu nome é Ney. Fiz o ginasial com o Edson (Dinho), na cidade de Cafelândia (SP). Desde aquela época, o Dinho já tinha sonhos de ser médico. Residia numa cidadezinha chamada Guarantã. Depois do ginasial, foi para o RJ, onde passou no vestibular para medicina. Nessa época eu trabalhava no Banco do Com.e Indústria de S.Paulo, por onde o seu padastro remetia no final do mês, dinheiro para custear as despesas com o Dinho. Isso tudo com muito sacrifício, pois o Almir Ricci (padastro), não tinha muitos recursos. Esse moço é sinônimo de perseverança, e que tudo o que a gente almeja e trabalha, sempre consegue. Parabéns Dinho. Ahhh..e tem mais, o cara era muito bom de bola. Fazia meio-de-campo comigo no ginásio.

  • José Antonio Vettore (Zezinho) disse:

    Olá Dinho, sou José Antonio Vettore ( Zezinho), fomos colegas no grupo escolar, sentávamos juntos na mesma carteira no 2 ano, com a professora Dona Clementina.
    Você se lembra que nos problemas de artmética nós copiamos um do outro e ambos tiramos a mesma nota (25), sendo que a nota máxima era 100.
    Engraxávamos sapatos, eu na rua e você nas casas, sendo que você faturava mais do que eu, jogávamos bolinha de gude juntos e também brincávamos em frente ao cinema de crusados a noite, porque não tínhamos dinheiro para entrar no cinema.
    Como não nos encontravamos constantemente, passado algum tempo, nos encontramos e você lembrou dos resultados das notas do 2 ano. Na época foi muito agradável relembrar aqueles momentos e demos muitas risadas.
    Depois disso poucas vezes nos encontramos, depois mudei para Osasco; já com 13 anos.
    Passado alguns anos, procurei saber de você e fiquei sabendo que já havia se formado médico e que teria cuidado de sua mãe Dona Leontina.
    A história é longa, mas vou resumi-la.
    Hoje, estou aposentado, como Projetista, mas ainda trabalho como autonômo, aqui em Mogi das Cruzes, tentei entrar em contato com você, mas nâo consegui

  • Elizabete couto silva disse:

    sou tecnica de enfermagem 40 criei meus filhos agora resolvir crescer profissionalmente passei no vestibular no 9 lugar de enfermagem na Ftc no interior da bahia sou assalariada nessecito realizar meu sonho, Sr milton Afonso pelo amor de Deus me ajude só tenho ate o dia 12/12 cont17.720-2 ag 0357-3 tel:73 3531-74-01. DEus seja louvado

  • jose silva barreto disse:

    RECLAMAÇÃO REF ATENDIMENTO HOSPITAL SANTA PAULA

    Dias antes de passa por este hospital , tomei a vacina da gripe.
    Não sei se foi reação a mesma mas emfim tive dores fortes de cabeça, febre a noite e calafrios inclusive tomei medicamentos em casa por cta propria mas como a dor de cabeça não passava e ainda estava com coriza e calafrios resolvi assim mesmo ir até o hospital
    Fico triste em saber que ainda exite hospital que trata as pessoas desta forma já fui atendido em hospital publico e com certeza o atendimento é mais humano e profissional
    de qq forma segue abaixo tudo que aconteceu comigo quem sabe alguem se interessa e toma alguma providencia e quem sabe treina melhor esses priofissionais já que calor humano não existe.
    NA RECEPÇÃO – Ao sair de casa esqueci meu cartão maritima , quando informei uma atendente que teria deixado meu cartao em casa e ou melhor troque pelo do meu filho
    Ela respondeu fazendo caras e bocas e que o atendimento seria demorado pois ela iria ligar na maritima e costumava demorar .
    Até ai tudo normal se ela soubesse falar comigo e orietar-me olhando nos meus olhos , falou como se naõ tivesse ninguem naquele lugar , como se mais um não fizesse diferença pois percebi que estava lotado inclusive pediu para esperar numa sala que todas as poltronas já estava lotadas , esperei por mais de uma hora em pé e o pior foi ver as caras e bocas da recepcionista fazendo pouco caso talvez elas não sibam o que é linguagem verbal e não verbal

    NO CONSULTORIO N- 3 Fui atendido pela Dra Yara Paez CRM 105568
    Foi simpatica e agradável se não fosse o fato de dizer que apos medicação e exames que eu iria receber ela iria tambem mim dar um atestado.
    Bom nesses casos acho melhor esperar o cliente pedir inclusive podem ligar na minha empresa eu estava de folga e não precisava dele mas de qq forma o peguei pois precisa
    ver até onde ia tanto descaso, Talvez se ela ficasse no consultorio atendendo invés de toda hora passar pelos corredores como se fosse bonito ver as pessoas estressadas devido uma espera desnescessaria por falta de comprometimente , calor humano e acima de tudo respeito pelo próximo pois fique mais duas hora esperando uma reavaliação

    NO PS FUNCIONÁRIOS TOTALMENTE DESPREPARADOS
    Entendo que estava lotado mas não consigo entender falta de cuidados basicos na administração de medeicamentos, na forma de abordar o cliente uma vez que eu já estava ali há duas horas e 30 minutos , tomei captopril e podem verificar só aferiram minha pesssao uma única vez na triagem quando cheguei e quanto a super lotação e falta de funcionários são assuntos que devem ser discutidos em reunioes e não na frente de clientes tive a impressao que nós clientes eramos os proplemas

    NOS CORREDORES QUANDO ABORDEI ALGUNS FUNCIONÁRIO PARA OBTER INFORMAÇÕES BASICAS.
    Eles passam a impressão de insatisfação com o que faz e nos respondem com arrogancia como se não estivesse ali para este serviço

    Sou estudante de enfermagem , faço segundo ano numa faculdade conceituada e estou perplexo de ver tanto desrespeito e falta de amor no que fazem , fico triste e evergonhado de parar neste domingo maravilhososo para fazer este relato
    De uma coisa tenho certeza nunca serei igual a nenhum dessas pessoas pois tudo que fiz e faço até hoje é somando com calor humano e respeito ao próximo e com certeza este email não irá só para voces mas para vários amigos pois não quero que eles passem pela mesma coisa

    • Yara disse:

      Sr José, sou a Dra Yara. O atestado médico é de direito do paciente e nele deve constar o CID (código internacional de doenças), que deve ser dado após confirmação dos exames subsidiarios. Deve ser fornecido sempre. Quanto a minha dinâmica no local, também avalio pacientes em outros setores, como emergencia, sala de sutura, UTI e quartos.
      Tenha um bom dia.

  • RENATO disse:

    EDESON,UMA PESSOA REALMENTE MARCANTE E QUE NC VOU ESQUESER,EU VOU DIZER QUE FOI MUITO IMPORTANTE PARA MIN CONHECELO,SE ELE TEM DEFEITOS PARA MIN NÃO EXISTEM,E MUITO DIFICIL ELOGIAR ALGUEM QUE ESTA NO AUGE POR CIMA,MAS EU QUERO DEIXAR BEM CLARO QUE NÃO TRABALHO MAS PARA ELE,SENDO ASSIM NÃO TENHO PORQUE MENTIR,FOI A MAIOR ESPERIENCIA DA MINHA VIDA,um exemplo a ser seguido,uma frase dita por ele que nc vou esquecer tire tudo de min,mas deixe as pessoas certas do meu lado e com certeza consigo tudo de novo,ele sabe valorizar quem esta ao seu lado.dinheiro é sim muito importante mas sem pessoas de confiança não é nada,pois ninguem adiministra uma empresa deste porte se não tiver exelentes pessoas ao seu lado.que DEUS abençõe muito o sr e tenha certeza de uma coisa,o sr e contagiante.

  • Maria Helena disse:

    Li algumas matérias sobre o Dr. Edson, e a minha opinião é de que trata-se de mais um mito criado.
    O cara pode ser um empreendedor, mais santificá-lo é loucura.

  • Meu nome é Conceiçâo Licurgo, a quem dr. Edson chamava de Concepcion - quando com ele trabalhei na Emprese de Serviços Hospitalares (ESHO). Foi uma período de trabalho árdua e que valia a pena. Conheci por meio desse trabalho pessoas as quais aprend disse:

    Conceição de Oliveira Licurgo
    e-mail: conceicao.licurgo@bol.com.br


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